Você PRECISA ouvir isso!

A música Amianto da banda Supercombo será um belo tapa na sua cara. E você PRECISA ouvi-la!
E lá estava eu: Bela, Recatada e Do Lar (Aff!) fuçando nas playlists feitas pelo Spotify quando... PÁ! Me deparo com uma música da banda Supercombo, da qual nunca havia ouvido falar até então, mas que com uma única música já ganhou um lugarzinho cativo no meu coração! <3
Confesso que ainda não pesquisei muito sobre a banda ou sobre seu repertório, mas a música Amianto é tão... TÃO! Que já vale um post exclusivo! É tão sensível e grave e ao mesmo tempo leve que dá até falta de ar! Com uma pegada simpática ao que o Esteban tem feito no quesito ritmo (sou leiga tá? Não vamos esquecer isso!), é uma daquelas músicas bem polêmicas como as que o Jay Vaquer já faz há um tempo... mas que é sempre bom reforçar!
E que bom que o Brasil está abrindo os olhos para estilos diferentes (Beijo Folk!) e para a crítica e para a profundidade do ser humano! Assim me mata de orgulho! *-* - Não que já não tivessem artistas brasileiros cantando à vida antes em outros estilos musicais como o Rap, mas enfim, você me entendeu!
Ah, é. Falei, falei e falei o que achei, e não disse nada sobre a música! Cof, cof...
Então... imagine uma música falando abertamente sobra suicídio, e acrescente um toque macio e leve e até discreto na questão da transgeneridade. BOOOOM! É o que a banda Supercombo faz com a sua cabeça! Nem é tanto pela letra ou pela melodia, mas pelo gosto amargo que fica na boca depois.
Acha que estou exagerando? Tome suas próprias conclusões!
Amianto,
Supercombo
Moça, sai da sacada! Você é muito nova para brincar de morrer. Me diz o que há, o quê que a vida aprontou dessa vez?
Venha, desce daí! Deixa eu te levar para um café, para conversar; te ouvir, e tentar te convencer...
Que a vida é como mãe que faz o jantar e
obriga os filhos a comer os vegetais, pois sabe que faz bem. E a morte é como um pai que bate na mãe e rouba os filhos do prazer de brincar, como se não houvesse amanhã.
Mas, tudo bem, nem sempre estamos na melhor.
Moça, não olha para baixo! Aí é muito alto para você se jogar. Vou te ouvir, e tentar te convencer...
Moço, ninguém é de ferro! Somos programados para cair.




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